Há uma coisa que não devo esquecer neste período: ser exuberante todos os momentos de segundo.
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Charles Bukowski - Friday Night
´I´ve never been lonely. I´ve been in a room -- I´ve felt suicidal. I´ve been depressed. I´ve felt awful -- awful beyond all -- but I never felt that one other person could enter that room and cure what was bothering me...or that any number of people could enter that room. In other words, loneliness is something I´ve never been bothered with because I´ve always had this terrible itch for solitude. It´s being at a party, or at a stadium full of people cheering for something, that I might feel loneliness. I´ll quote Ibsen, ´The strongest men are the most alone.´ I´ve never thought, ´Well, some beautiful blonde will come in here and give me a fuck-job, rub my balls, and I´ll feel good.´ No, that won´t help. You know the typical crowd, ´Wow, it´s Friday night, what are you going to do? Just sit there?´ Well, yeah. Because there´s nothing out there. It´s stupidity. Stupid people mingling with stupid people. Let them stupidify themselves. I´ve never been bothered with the need to rush out into the night. I hid in bars, because I didn´t want to hide in factories. That´s all. Sorry for all the millions, but I´ve never been lonely. I like myself. I´m the best form of entertainment I have. Let´s drink more wine!´
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Natureza!
A novidade tem o mesmo efeito espantoso no homem, que o compromisso e a segurança tem na mulher.
terça-feira, 28 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Camarnais got my pee!!
Tive um dia fantástico.
Foi o meu aniversário.
O amor incondicional dos amigos,
A imoralidade que corre nessas relações,
É baseado numa entrega instintiva sem regras.
Romantismo de um romance não concretizado,
Que trata o tema de modo cru e honesto!
Não consigo encontrar palavra que descreva
Mas é sentido como amor sincero
Sem redenção para estragar tudo
Não há contenção!
Há um dialogo sem resposta ou provocação,
Uma compreensão e encontro de aproximação!
Amizades de infância ou de meses
Não interessa!
Verdadeiramente gosto de não controlar o que consumo
Gosto de gostar sem pensar!
Os amigos são criadores de magia
E tornaram o meu dia mágico…
Sinto-me feliz e com energia para construir pontes.
Foi um dia bom comigo, e com os meus amigos,
De sangue ou não, são família.
Sem intelectualizações, comunguemos o amor entre nós.
ps: fazer xixi no mato é mesmo porreiro!!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Posições planetárias
É o balanço do ano, o fechar de contas, é uma emoção especial carregada de dor pela incompetência de ainda estar em situação de falência, sentimento de vida falhada.
Sol Gêmeos
Lua Capricórnio
Júpiter Touro
Saturno Leão
Urano Escorpião
Sol Gêmeos

Lua Capricórnio
Mercúrio Gêmeos
Vênus Gêmeos
Marte Leão
Júpiter Touro
Saturno Leão
Urano Escorpião
Netuno Sagitário
Plutão Libra
Nódulo Verd. Escorpião
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ternura!
Hoje uma criança de 4 anos prometeu levar-me ao oceanário e mostrar-me os tubarões, e disse-me que eu não devia ter medo. Foi ai que eu senti que estava toda fodida. A nivel emocional, claro!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Stampa in bianco e nero...
Não sei o que se passou mas cansei-me das palavras.
Prefiro a imagem.
Cansei-me das pessoas ao vivo.
Sou uma reclusa abonada.
Não sei despertar…
Prefiro a imagem.
Cansei-me das pessoas ao vivo.
Sou uma reclusa abonada.
Não sei despertar…
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Enquanto não vem o acordo ortográfico e para os desgraçados que lidam com as entranhas do bicho social.
Escrevo isto porque hoje preciso de falar sobre um assunto que não partilho, e porque hoje preciso de saber o que raio ando a fazer, e porque hoje senti que o mundo não tem réstia de justiça e bondade, e tive vontade de desistir, e isso deixou-me mesmo triste…
Nós somos desenrascados enquanto povo, mas pouco práticos, com uma crise à porta todas as desculpas servem para se abandonar os pilares da humanidade.
Custa-me saber que damos especial atenção às formigas e passamos ao lado dos elefantes.
Para mim um elefante pode ser o reduzido número de pessoas que existem condignamente no meu pais. Para outros será uma imperial mal tirada.
Quem trabalha na ajuda ao outro, e só recebe estímulos negativos, e estes são tempos de exaustão.
O desafio constante à boa disposição, e consequente capacidade de ajuda objectiva, exige equilíbrio entre o narcisismo, a auto estima e a (in) gratificação.
Estes caramelos já não estão à venda na banca, quem não os tem, dificilmente os arranja. Observo isto diariamente.
No emprego, não podemos virar as costas ao cansaço que advém da presente falta de interesse em investir.
Fomos nós que escolhemos.
Se dermos e não recebermos, numa relação de amizade ou de amor, a máquina avaria. Vai à falência. Morre.
Parece que o mesmo acontece à sociedade.
E não há férias ou baixas médicas que resolvam esta frustração de lutar em vão, contra um sistema viciado.
Ajuda sim, a audácia, a segurança e o domínio, a energia, e a atracção pela adrenalina da diferença e da mudança.
Mas, acima de tudo, a certeza do compromisso connosco, e isto significa que no meu espaço entra quem eu quero.
Não previne as irritabilidades, explosões, má disposições, dores de barriga, de cabeça ou musculares, quando se chega ao porto de abrigo (home). Mas diminui muito a sua frequência, podendo mesmo fazer desaparecer a maioria destas somatizações.
Especificando, sem queixas…
Onde e quando decidimos…os efeitos deste exercício do porque da escolha da profissão são insidiosos e ocultos muitas vezes. Mas acredito que se fomos por ai, é porque temos capacidade de levar com o impacto dos traumatismos encontrados e escondidos nos outros, assim como as transformações sociais.
Há um motivo para ainda seguir este caminho.
Desde que não resulte em isolamento físico e encontros frequentes com o sofá, pode dizer-se que estamos a ter bons resultados, fazemos a diferença.
Há quem ainda vire budista, tudo serve para continuar na batalha social!
Acredito nas leis e não tenho fé em nenhuma.
27.5.2011
Nós somos desenrascados enquanto povo, mas pouco práticos, com uma crise à porta todas as desculpas servem para se abandonar os pilares da humanidade.
Custa-me saber que damos especial atenção às formigas e passamos ao lado dos elefantes.
Para mim um elefante pode ser o reduzido número de pessoas que existem condignamente no meu pais. Para outros será uma imperial mal tirada.
Quem trabalha na ajuda ao outro, e só recebe estímulos negativos, e estes são tempos de exaustão.
O desafio constante à boa disposição, e consequente capacidade de ajuda objectiva, exige equilíbrio entre o narcisismo, a auto estima e a (in) gratificação.
Estes caramelos já não estão à venda na banca, quem não os tem, dificilmente os arranja. Observo isto diariamente.
No emprego, não podemos virar as costas ao cansaço que advém da presente falta de interesse em investir.
Fomos nós que escolhemos.
Se dermos e não recebermos, numa relação de amizade ou de amor, a máquina avaria. Vai à falência. Morre.
Parece que o mesmo acontece à sociedade.
E não há férias ou baixas médicas que resolvam esta frustração de lutar em vão, contra um sistema viciado.
Ajuda sim, a audácia, a segurança e o domínio, a energia, e a atracção pela adrenalina da diferença e da mudança.
Mas, acima de tudo, a certeza do compromisso connosco, e isto significa que no meu espaço entra quem eu quero.
Não previne as irritabilidades, explosões, má disposições, dores de barriga, de cabeça ou musculares, quando se chega ao porto de abrigo (home). Mas diminui muito a sua frequência, podendo mesmo fazer desaparecer a maioria destas somatizações.
Especificando, sem queixas…
Onde e quando decidimos…os efeitos deste exercício do porque da escolha da profissão são insidiosos e ocultos muitas vezes. Mas acredito que se fomos por ai, é porque temos capacidade de levar com o impacto dos traumatismos encontrados e escondidos nos outros, assim como as transformações sociais.
Há um motivo para ainda seguir este caminho.
Desde que não resulte em isolamento físico e encontros frequentes com o sofá, pode dizer-se que estamos a ter bons resultados, fazemos a diferença.
Há quem ainda vire budista, tudo serve para continuar na batalha social!
Acredito nas leis e não tenho fé em nenhuma.
27.5.2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Eu estou a reflectir sobre este texto há bastante tempo!!!
Citação:
Se há ciúme, não há amor
O ciúme é uma parte secundária do sexo. Sempre que você tem um desejo sexual em sua mente, uma manifestação sexual em seu ser, ou se sente sexualmente atraído por alguém, o ciúme entra em cena porque você não está amando. Se você ama, o ciúme não aparece.
Tente entender a coisa toda. Sempre que você está ligado sexualmente, fica com medo, pois, na verdade, o sexo não é um relacionamento, e, sim, uma exploração, uma utilização.
Se você está apegado a uma mulher ou a um homem sexualmente, fica sempre com medo de que essa pessoa possa ir embora com outra. Não há um relacionamento real. É apenas uma exploração mútua. Vocês estão explorando um ao outro, mas não amam, e vocês sabem disso, por isso têm medo.
Esse medo torna-se ciúme, e você começa a não permitir certas coisas. Começa a vigiar. Toma todas as medidas de segurança para que o homem não possa olhar para outra mulher. Só o olhar já é um sinal de perigo. O homem não deve falar com outra mulher, pois falar... E você sente medo de que ele possa ir embora.
Então, você fecha todos os caminhos, todas as possibilidades de o homem ir com outra mulher, ou de a mulher ir com outro homem. Você fecha todos os caminhos, todas as portas. Mas aí surge um problema. Quando todas as portas são fechadas, o homem torna-se morto, a mulher torna-se morta, ambos tornam- se prisioneiros, escravos, e não se pode amar algo morto. Você não pode amar alguém que não é livre, pois o amor só é belo quando é dado livremente, voluntariamente, quando não é tomado, pedido, forçado.
Tente entender a coisa toda. Sempre que você está ligado sexualmente, fica com medo, pois, na verdade, o sexo não é um relacionamento, e, sim, uma exploração, uma utilização.
Se você está apegado a uma mulher ou a um homem sexualmente, fica sempre com medo de que essa pessoa possa ir embora com outra. Não há um relacionamento real. É apenas uma exploração mútua. Vocês estão explorando um ao outro, mas não amam, e vocês sabem disso, por isso têm medo.
Esse medo torna-se ciúme, e você começa a não permitir certas coisas. Começa a vigiar. Toma todas as medidas de segurança para que o homem não possa olhar para outra mulher. Só o olhar já é um sinal de perigo. O homem não deve falar com outra mulher, pois falar... E você sente medo de que ele possa ir embora.
Então, você fecha todos os caminhos, todas as possibilidades de o homem ir com outra mulher, ou de a mulher ir com outro homem. Você fecha todos os caminhos, todas as portas. Mas aí surge um problema. Quando todas as portas são fechadas, o homem torna-se morto, a mulher torna-se morta, ambos tornam- se prisioneiros, escravos, e não se pode amar algo morto. Você não pode amar alguém que não é livre, pois o amor só é belo quando é dado livremente, voluntariamente, quando não é tomado, pedido, forçado.
Osho, em "Roots and Wings"
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Sapatos rotos de tanto andar ou pobreza?
Eu não sou uma máquina.
Acredito que as pessoas têm que gostar umas das outras naturalmente, sem grandes esforços ou simpatias.
Parece que actualmente tudo tem de seguir uma regra, para que aconteça o sair de casca.
Não!
Falando do que menos entendo,
As relações entre pessoas.
As pessoas que se deixam encantar por um portfolio como decisivo de enamoramento, são pouco
intelectuais, perspectivam o imediato por se julgarem incapazes de passar as provas além desse momento
inicial.
É coisa de estima pouquinha.
Ninguém fica ao nosso lado por sermos bonitos, e com fica, quero dizer para além de uma estação
meteorológica.
Ficam porque são presos ao que recebem, faça bem ou faça mal, é uma escravatura cega sem imposição.
Este estado pessoal e intimo considera o pior no outro conveniente e comovente, aquilo que a massa crítica,
como detalhes horrendos, captam a atenção dos que a nós se prendem.
Desabrocha um afecto sem luta.
Este processo é indomável.
Alheio ao rímel e acessórios de moda, riquezas ou conveniências, distâncias ou estados.
O que mais gosto nos seres aparentemente perfeitos, são os defeitos graves que encobrem, lembram
estátuas de imponentes portões que escondem a cauda bifurcada entre pernas.
As modernas teorias que argumentam pelo controlo de estados e emoções, pressionam-me pouco.
É suposto sermos frios no coração.
Isto é ser-se completo ou crescido? Não quero.
Contrai as emoções e vais explodir em fugas, um dia tombas do precipício.
Perder alguém, a presença de alguém de quem gostamos é tão comum. É visceral, toca-me profundamente
nas entranhas.
Reclamo sempre com adultos que não agem como crianças.
Tudo o que os miúdos pequenos não querem dominar, o que chamo de oureza (precioso) da alma, é o que
devemos preservar…o amor sem regras, a raiva espontânea, o (des) interesse, o ódio gritante do minuto, o
ciúme, a birra, o riso fácil, o choro fácil, a curiosidade, a entrega, a simplicidade, a surpresa….tudo o que a
caixa de Pandora trás para nos gozarmos por dentro, esse é o sopro da vida.
O entendimento da vida é pessoal e intransmissível, mas as filosofias de negação do imperfeito, essa
supremacia cega, não me interessa.
No meu coração reina uma anarquia.
Ou será uma ditadura…
Ele faz o que quer, anda por ai…
Tenho uma vida sossegada, sem amor digo carnal, porque ele quer assim, a culpa deste trajecto
descomprometido, sem traumas ou desconcertos de maior foi escolha dele…dignifica o pouco, em ondas
sanguinárias problemáticas mas repentinas, de desgaste agudo mas de curta duração. Retrai-se sem
amarguras excessivas e balança na rede.
Ninguém escapa ao cheiro da energia pura.
E eu não quero fugir.
Acredito que as pessoas têm que gostar umas das outras naturalmente, sem grandes esforços ou simpatias.
Parece que actualmente tudo tem de seguir uma regra, para que aconteça o sair de casca.
Não!
Falando do que menos entendo,
As relações entre pessoas.
As pessoas que se deixam encantar por um portfolio como decisivo de enamoramento, são pouco
intelectuais, perspectivam o imediato por se julgarem incapazes de passar as provas além desse momento
inicial.
É coisa de estima pouquinha.
Ninguém fica ao nosso lado por sermos bonitos, e com fica, quero dizer para além de uma estação
meteorológica.
Ficam porque são presos ao que recebem, faça bem ou faça mal, é uma escravatura cega sem imposição.
Este estado pessoal e intimo considera o pior no outro conveniente e comovente, aquilo que a massa crítica,
como detalhes horrendos, captam a atenção dos que a nós se prendem.
Desabrocha um afecto sem luta.
Este processo é indomável.
Alheio ao rímel e acessórios de moda, riquezas ou conveniências, distâncias ou estados.
O que mais gosto nos seres aparentemente perfeitos, são os defeitos graves que encobrem, lembram
estátuas de imponentes portões que escondem a cauda bifurcada entre pernas.
As modernas teorias que argumentam pelo controlo de estados e emoções, pressionam-me pouco.
É suposto sermos frios no coração.
Isto é ser-se completo ou crescido? Não quero.
Contrai as emoções e vais explodir em fugas, um dia tombas do precipício.
Perder alguém, a presença de alguém de quem gostamos é tão comum. É visceral, toca-me profundamente
nas entranhas.
Reclamo sempre com adultos que não agem como crianças.
Tudo o que os miúdos pequenos não querem dominar, o que chamo de oureza (precioso) da alma, é o que
devemos preservar…o amor sem regras, a raiva espontânea, o (des) interesse, o ódio gritante do minuto, o
ciúme, a birra, o riso fácil, o choro fácil, a curiosidade, a entrega, a simplicidade, a surpresa….tudo o que a
caixa de Pandora trás para nos gozarmos por dentro, esse é o sopro da vida.
O entendimento da vida é pessoal e intransmissível, mas as filosofias de negação do imperfeito, essa
supremacia cega, não me interessa.
No meu coração reina uma anarquia.
Ou será uma ditadura…
Ele faz o que quer, anda por ai…
Tenho uma vida sossegada, sem amor digo carnal, porque ele quer assim, a culpa deste trajecto
descomprometido, sem traumas ou desconcertos de maior foi escolha dele…dignifica o pouco, em ondas
sanguinárias problemáticas mas repentinas, de desgaste agudo mas de curta duração. Retrai-se sem
amarguras excessivas e balança na rede.
Ninguém escapa ao cheiro da energia pura.
E eu não quero fugir.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
http://www.youtube.com/watch?v=32udqal_lyQ
...a pastilha desfaz-se na boca
dado o excesso de sal…
Existem músicas marcantes
que relembram períodos de vida
que escapam à amnésia...
Este conhecido nó na garganta,
sentido já em vidas passadas,
sabe ao mesmo fel amargo de sempre.
Sabemos sempre qual a verdade que nos rodeia,
sempre,
mas escolhemos o mundo da fantasia,
o mundo do humor jovial,
perigoso e rebelde. Feliz.
Quando a realidade te acerta,
cais,
tiras a capa e és de osso e de carne..
humano macambúzio.
Somos muito feios, então.
DEIXO QUE ME PRENDAM A ESSE LUGAR?
A coincidência é obra de Satanás, eu sei,
Mas ele conhece a alegria,
E eu,
Não tenho vocação para ser triste.
4.2.2011
dado o excesso de sal…
Existem músicas marcantes
que relembram períodos de vida
que escapam à amnésia...
Este conhecido nó na garganta,
sentido já em vidas passadas,
sabe ao mesmo fel amargo de sempre.
Sabemos sempre qual a verdade que nos rodeia,
sempre,
mas escolhemos o mundo da fantasia,
o mundo do humor jovial,
perigoso e rebelde. Feliz.
Quando a realidade te acerta,
cais,
tiras a capa e és de osso e de carne..
humano macambúzio.
Somos muito feios, então.
DEIXO QUE ME PRENDAM A ESSE LUGAR?
A coincidência é obra de Satanás, eu sei,
Mas ele conhece a alegria,
E eu,
Não tenho vocação para ser triste.
4.2.2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Significados!!
Busco com faro, não o sentido da existência em si, apenas da minha, a minha missão! Todos temos uma história previamente escolhida para viver, um argumento a representar, como se de um filme se tratasse, acontece que eu sou uma produção independente, cheia de paralelismos e segundos sentidos, difícil de perceber e dúbio que baste. Portanto, enquanto não encontrar uma saída deste labirinto, continuo a andar sem rosa dos ventos, de mostrador e agulha visível.
O que encontro apanho, cuido ou não, mas apanho.
Isso leva-me a outro sítio, muda-me a viagem,
engrandece-me o espírito.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Fermento na exigência
O problema do passado é não se sumir,
teima ser morto vivo,
surge entre uma multidão com o propósito de se emaranhar com o presente
e mudar o curso do futuro,
é um vírus que se renova a cada minuto de tempo.
http://www.youtube.com/watch?v=JenlsnA9-mE
teima ser morto vivo,
surge entre uma multidão com o propósito de se emaranhar com o presente
e mudar o curso do futuro,
é um vírus que se renova a cada minuto de tempo.
http://www.youtube.com/watch?v=JenlsnA9-mE
Hold on
Reunite over and over
When I meet you I will recognize the shape
These bodies don’t attract me
Repulse, I can’t ignore it
This is not my fault
The universe is to blame
For to me all is strange
The skin and the bones don’t combine
The eye says nothing to the mind
Please can we get together soon
I haven’t seen you around
But I miss you so
From before this life
19.9.21010
When I meet you I will recognize the shape
These bodies don’t attract me
Repulse, I can’t ignore it
This is not my fault
The universe is to blame
For to me all is strange
The skin and the bones don’t combine
The eye says nothing to the mind
Please can we get together soon
I haven’t seen you around
But I miss you so
From before this life
19.9.21010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sou arguida
Hoje rege-me a preguiça
Volta luxúria
Gosto de encerrar o dia contigo
Com prolongamento e fusão
Percorre-me o corpo
Prazer
Acorda-me com um beijo
Não precisas de um manual
Apenas não te atrases
Aumento de mimos
Mesmo assim insuficiente
Benefício de carência
Pela voz que me assiste
Concorda comigo e arrisca ser ambicioso
14.09.2010
Colorir o mundo
Sinto desde sempre relutância em escrever sobre a verdade
Sobre a realidade sem efeitos específicos
Interessa-me abusar da imaginação
E explorar os cinzentos nas
Mentes fáceis de apanhar
Mentindo no papel
Rasgo no horizonte
13.9.2010
Sobre a realidade sem efeitos específicos
Interessa-me abusar da imaginação
E explorar os cinzentos nas
Mentes fáceis de apanhar
Mentindo no papel
Rasgo no horizonte
13.9.2010
Tens paciência para mim?
Sabes que faço birras
Ás vezes amuo
Outras permaneço em silêncio
Disparo em longas conversas
Esqueço-me…distraio-me
Procuro intensamente
Desligo sem motivação
Apareço e mimo
Desapareço e revolto-me
Choro e rio
Flirto e enciúmo
Ás vezes amuo
Outras permaneço em silêncio
Disparo em longas conversas
Esqueço-me…distraio-me
Procuro intensamente
Desligo sem motivação
Apareço e mimo
Desapareço e revolto-me
Choro e rio
Flirto e enciúmo
Por isso
Olha lá nesta direcção
Peço-te um voto de confiança
Isto até pode correr bem!
11.09.2010
sábado, 5 de junho de 2010
Alguém nos ensinou a pensar
Relembro o cheiro de floresta verde
Com travo a eucalipto
Nunca estava sozinha
Passei a vida a fugir
Mas a querer ficar
As estrelas
Iluminavam-me
Abraçaram todos os sucessos
Protegeram-me de todos os medos
Quero ter crianças para corromper
Com o meu ser borbulhante
Que herdei das estrelas mais brilhantes
As ordens que te dou com amor
Larga essa tela que te diminui
Rompe a dureza do teu sentimento
Constrói-me um castelo
Pinta-o de verniz vermelho
Retoca as janelas com acetona de rosas
Envolve-me em néctar
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Mentalista Infeliz
Eu sou uma aprendiz da vida
Aceito esta condição.
Agora
Dizes-me para seguir a espontaneidade
e estar aberta para tudo aquilo que a vida tem para oferecer…
Isto eu não consigo aceitar,
Sabes,
Sou uma mentalista infeliz.
Aceito esta condição.
Agora
Dizes-me para seguir a espontaneidade
e estar aberta para tudo aquilo que a vida tem para oferecer…
Isto eu não consigo aceitar,
Sabes,
Sou uma mentalista infeliz.
Eu conheço o louco
Ele não é bom
Ele não é mau
É um orgulho
Uma força
Um mundo infinito
Tem cabelos brancos
E um olhar cristalino
De criança reguila
É um sonhador sem regras
É uma inspiração
De alegrias e lágrimas
De passado e futuro
É uma emoção brilhante
Um viajante sem rumo ou adereços
Um questionador
Que não quer saber de respostas
Um dotado sem objectivos
Além do prazer
Um nómada sem apego
Um sábio ignorante
Desacompanhado de razão
Inconsciente de normas
Transparente.
Um movimento constante.
A minha expressão.
Faz-me falta.
Ele não é bom
Ele não é mau.
Ele brilha há milhares de anos
Na minha vida.
O louco.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Quieta
Há um lamento tão profundo no nosso uivo,
uma dor de aceitação,
uma passividade amiga.
Passividade sem vento.
Bloqueio a mente,
assim nego-me acesso.
Uma pessoa influenciável
é de carácter dúbio,
falível covarde.
É um transporte de mau intímo,
é o bastante para um reino
de fraquezas.
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Isso não interessa, e é longo demais!
Há um exagerar de dor hoje,
A hora podia adiantar-se até ser dia, já.
Penso..talvez amanhã a dignidade de uma memória.
Se uma figura amada durante a vida
Nos diz mais que uma pessoa…
Nada é real!
Ferem os erros honestos sentidos.
O que resta é uma imagem distorcida
Do eu que escondi.
Os tesouros existem - Os caçadores não.
Sentimentos… inúteis neste século.
Reciclagem e combustão combinam.
Perfeição exterior e cegueira na alma.
O que vejo eu?
Nada a que valha a pena ceder.
Prefiro o peso do sentir-me, peso pesado.
Se já fui e já não sou, não importa.
Afinal posso ser desadequadamente imortal.
Não pertenço a época nenhuma,
Este cruel talento prende-me o peito.
Vida em ruínas, nervosas muralhas, muralhas,
Os sonhos são memórias de um mundo imaginário
Perduram em mim as virtudes do berço
A curiosidade é maldita
A inércia não é resposta…
Para uma coisa ter lugar tenho de vagar
Duas coisas em simultâneo nem para um gémeo.
Um circulo fechado, o eterno retorno,
Mais uma viagem, outro corpo.
A hora podia adiantar-se até ser dia, já.
Penso..talvez amanhã a dignidade de uma memória.
Se uma figura amada durante a vida
Nos diz mais que uma pessoa…
Nada é real!
Ferem os erros honestos sentidos.
O que resta é uma imagem distorcida
Do eu que escondi.
Os tesouros existem - Os caçadores não.
Sentimentos… inúteis neste século.
Reciclagem e combustão combinam.
Perfeição exterior e cegueira na alma.
O que vejo eu?
Nada a que valha a pena ceder.
Prefiro o peso do sentir-me, peso pesado.
Se já fui e já não sou, não importa.
Afinal posso ser desadequadamente imortal.
Não pertenço a época nenhuma,
Este cruel talento prende-me o peito.
Vida em ruínas, nervosas muralhas, muralhas,
Os sonhos são memórias de um mundo imaginário
Perduram em mim as virtudes do berço
A curiosidade é maldita
A inércia não é resposta…
Para uma coisa ter lugar tenho de vagar
Duas coisas em simultâneo nem para um gémeo.
Um circulo fechado, o eterno retorno,
Mais uma viagem, outro corpo.
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
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