O problema do passado é não se sumir,
teima ser morto vivo,
surge entre uma multidão com o propósito de se emaranhar com o presente
e mudar o curso do futuro,
é um vírus que se renova a cada minuto de tempo.
http://www.youtube.com/watch?v=JenlsnA9-mE
domingo, 19 de setembro de 2010
Hold on
Reunite over and over
When I meet you I will recognize the shape
These bodies don’t attract me
Repulse, I can’t ignore it
This is not my fault
The universe is to blame
For to me all is strange
The skin and the bones don’t combine
The eye says nothing to the mind
Please can we get together soon
I haven’t seen you around
But I miss you so
From before this life
19.9.21010
When I meet you I will recognize the shape
These bodies don’t attract me
Repulse, I can’t ignore it
This is not my fault
The universe is to blame
For to me all is strange
The skin and the bones don’t combine
The eye says nothing to the mind
Please can we get together soon
I haven’t seen you around
But I miss you so
From before this life
19.9.21010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sou arguida
Hoje rege-me a preguiça
Volta luxúria
Gosto de encerrar o dia contigo
Com prolongamento e fusão
Percorre-me o corpo
Prazer
Acorda-me com um beijo
Não precisas de um manual
Apenas não te atrases
Aumento de mimos
Mesmo assim insuficiente
Benefício de carência
Pela voz que me assiste
Concorda comigo e arrisca ser ambicioso
14.09.2010
Colorir o mundo
Sinto desde sempre relutância em escrever sobre a verdade
Sobre a realidade sem efeitos específicos
Interessa-me abusar da imaginação
E explorar os cinzentos nas
Mentes fáceis de apanhar
Mentindo no papel
Rasgo no horizonte
13.9.2010
Sobre a realidade sem efeitos específicos
Interessa-me abusar da imaginação
E explorar os cinzentos nas
Mentes fáceis de apanhar
Mentindo no papel
Rasgo no horizonte
13.9.2010
Tens paciência para mim?
Sabes que faço birras
Ás vezes amuo
Outras permaneço em silêncio
Disparo em longas conversas
Esqueço-me…distraio-me
Procuro intensamente
Desligo sem motivação
Apareço e mimo
Desapareço e revolto-me
Choro e rio
Flirto e enciúmo
Ás vezes amuo
Outras permaneço em silêncio
Disparo em longas conversas
Esqueço-me…distraio-me
Procuro intensamente
Desligo sem motivação
Apareço e mimo
Desapareço e revolto-me
Choro e rio
Flirto e enciúmo
Por isso
Olha lá nesta direcção
Peço-te um voto de confiança
Isto até pode correr bem!
11.09.2010
sábado, 5 de junho de 2010
Alguém nos ensinou a pensar
Relembro o cheiro de floresta verde
Com travo a eucalipto
Nunca estava sozinha
Passei a vida a fugir
Mas a querer ficar
As estrelas
Iluminavam-me
Abraçaram todos os sucessos
Protegeram-me de todos os medos
Quero ter crianças para corromper
Com o meu ser borbulhante
Que herdei das estrelas mais brilhantes
As ordens que te dou com amor
Larga essa tela que te diminui
Rompe a dureza do teu sentimento
Constrói-me um castelo
Pinta-o de verniz vermelho
Retoca as janelas com acetona de rosas
Envolve-me em néctar
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Mentalista Infeliz
Eu sou uma aprendiz da vida
Aceito esta condição.
Agora
Dizes-me para seguir a espontaneidade
e estar aberta para tudo aquilo que a vida tem para oferecer…
Isto eu não consigo aceitar,
Sabes,
Sou uma mentalista infeliz.
Aceito esta condição.
Agora
Dizes-me para seguir a espontaneidade
e estar aberta para tudo aquilo que a vida tem para oferecer…
Isto eu não consigo aceitar,
Sabes,
Sou uma mentalista infeliz.
Eu conheço o louco
Ele não é bom
Ele não é mau
É um orgulho
Uma força
Um mundo infinito
Tem cabelos brancos
E um olhar cristalino
De criança reguila
É um sonhador sem regras
É uma inspiração
De alegrias e lágrimas
De passado e futuro
É uma emoção brilhante
Um viajante sem rumo ou adereços
Um questionador
Que não quer saber de respostas
Um dotado sem objectivos
Além do prazer
Um nómada sem apego
Um sábio ignorante
Desacompanhado de razão
Inconsciente de normas
Transparente.
Um movimento constante.
A minha expressão.
Faz-me falta.
Ele não é bom
Ele não é mau.
Ele brilha há milhares de anos
Na minha vida.
O louco.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Quieta
Há um lamento tão profundo no nosso uivo,
uma dor de aceitação,
uma passividade amiga.
Passividade sem vento.
Bloqueio a mente,
assim nego-me acesso.
Uma pessoa influenciável
é de carácter dúbio,
falível covarde.
É um transporte de mau intímo,
é o bastante para um reino
de fraquezas.
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Isso não interessa, e é longo demais!
Há um exagerar de dor hoje,
A hora podia adiantar-se até ser dia, já.
Penso..talvez amanhã a dignidade de uma memória.
Se uma figura amada durante a vida
Nos diz mais que uma pessoa…
Nada é real!
Ferem os erros honestos sentidos.
O que resta é uma imagem distorcida
Do eu que escondi.
Os tesouros existem - Os caçadores não.
Sentimentos… inúteis neste século.
Reciclagem e combustão combinam.
Perfeição exterior e cegueira na alma.
O que vejo eu?
Nada a que valha a pena ceder.
Prefiro o peso do sentir-me, peso pesado.
Se já fui e já não sou, não importa.
Afinal posso ser desadequadamente imortal.
Não pertenço a época nenhuma,
Este cruel talento prende-me o peito.
Vida em ruínas, nervosas muralhas, muralhas,
Os sonhos são memórias de um mundo imaginário
Perduram em mim as virtudes do berço
A curiosidade é maldita
A inércia não é resposta…
Para uma coisa ter lugar tenho de vagar
Duas coisas em simultâneo nem para um gémeo.
Um circulo fechado, o eterno retorno,
Mais uma viagem, outro corpo.
A hora podia adiantar-se até ser dia, já.
Penso..talvez amanhã a dignidade de uma memória.
Se uma figura amada durante a vida
Nos diz mais que uma pessoa…
Nada é real!
Ferem os erros honestos sentidos.
O que resta é uma imagem distorcida
Do eu que escondi.
Os tesouros existem - Os caçadores não.
Sentimentos… inúteis neste século.
Reciclagem e combustão combinam.
Perfeição exterior e cegueira na alma.
O que vejo eu?
Nada a que valha a pena ceder.
Prefiro o peso do sentir-me, peso pesado.
Se já fui e já não sou, não importa.
Afinal posso ser desadequadamente imortal.
Não pertenço a época nenhuma,
Este cruel talento prende-me o peito.
Vida em ruínas, nervosas muralhas, muralhas,
Os sonhos são memórias de um mundo imaginário
Perduram em mim as virtudes do berço
A curiosidade é maldita
A inércia não é resposta…
Para uma coisa ter lugar tenho de vagar
Duas coisas em simultâneo nem para um gémeo.
Um circulo fechado, o eterno retorno,
Mais uma viagem, outro corpo.
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A Unidade
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
My Dearest Love
These tears I'm wailing
I spill not without reason
Remove them
My Dearest Love
Take me to the place I've been dreaming of
Where the grotesquely lonely meet grotesquely lonely and they whisper
Just very softly
Please be mine dearest love
Be mine dearest love
Be my dearest love
I have hung on hung on hung on
For one hundred years
For someone to shake me someone to wake me
If necessary someone to break me
My dearest love
My dearest love
My dearest love
I spill not without reason
Remove them
My Dearest Love
Take me to the place I've been dreaming of
Where the grotesquely lonely meet grotesquely lonely and they whisper
Just very softly
Please be mine dearest love
Be mine dearest love
Be my dearest love
I have hung on hung on hung on
For one hundred years
For someone to shake me someone to wake me
If necessary someone to break me
My dearest love
My dearest love
My dearest love
sábado, 19 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
O antigo ferro

Merlin mero profeta, foi evoluindo gradualmente como mago e conselheiro, activo junto ao Rei Arthur.
Era um anjo que tinha visitado a Princesa
os seus poderes do lado esquerdo ficaram intactos
o dragão branco venceu
vida druídica
Morgana amou
concordou em lhe ensinar todos seus poderes místicos.
Ela ficou tão poderosa que as habilidades mágicas dela "excederam" às dele.
Fechou-o no calabouço, uma caverna semelhantemente a uma prisão
Era agora um louco que tinha o dom de prever as coisas
que iriam acontecer e que vivia
nas florestas como um selvagem.
O sentimento é sempre unilateral e imperfeito?
sábado, 5 de dezembro de 2009
Amo-te Morrissey.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
There is a void in my heart

It’s not pain
It’s not saudade
It’s a void
Empty space
Indifferent thoughts
Somehow sprinkled with despise.
Ah …How I miss liking you!
You’re leaving?
Oh my…
I don’t feel a thing,
Castle still remains
Every stone is in place.
I’m disconnected
Called disease
Felt as freedom
This is ok
It’s not bad,
Because now you’re just you
Without me,
The sun doesn’t shine your way
And that is easier. It is.
Well silence is something political
And that’s not me, at all.
Haunting dreams of
Weak men for 33 years.
Drive to work

I´m increasingly resistant to your smile
But I still…well I don’t have to tell you anymore,
You don’t want to listen to my voice!
Fui uma rapariga até hoje
Não sei se escolhi bem
São coisas sobre as quais não falamos
No canto esquerdo da cama
Acerto o maldito despertador
Ser adulto é tão mau
Consciente composto de tarefas…
Prefiro correr na chuva atrás do arco-íris,
no meio de um calor abafado africano
Com muitos bichos em redor,
Que vão produzindo músicas mágicas
Que movem o centro da terra.
I can ear those drums, I can almost fly;
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Encontrava-me a dormir
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Coração pesado

Quero sair daqui - Não pertenço
Não consigo correr - Estou a sufocar
Não digo adeus - Não fujo
Não mudo o que sinto
Deixo-me afogar - Morro lentamente
Não me viro para o presente
Não olho ninguém nos olhos
Sinto o centro magnético em chama
Não posso recomeçar - Não há tempo
Não posso mudar
Sou eu - Serei eu
A verdade está escrita em mim - Como factos numa campa
Anjos sobrevoam - Não me ajudam
Dizem entre eles - Ela consegue sozinha
Eles têm esperança
Todos me desiludem - Todos não chegam - Todos são pouco
Onde fui fabricada - É tudo tão diferente
Feita tão cheia de falhas - Para este lugar
Tão salgada…
De que planeta fui arrancada - Para morrer sem deixar nada
Neste meu deserto vazio - As peças não encaixam
O jogo não tem sentido - As regras são desconhecidas
Esqueleto partido - Mente líquida
Sabe-me tudo a pouco
Peças imperfeitas
Nada substitui o todo que já perdi
O medo cresce - O isolamento faz sentido
Não tenho a capacidade de perdoar
Não tenho o dom da retirada
Não igualo o amor à dor - Nem o ódio ao desprezo
O meu sistema é imune à luz brilhante
As trevas criaram uma nova luz discreta
A fome e a sede somem-se - Os princípios da vida faíscam
Não adormeço o leão em mim - Não paro de sonhar
Parei de viver - Prefiro o mundo que criei
Mundo sem migalhas
Estou ausente - A maioria do tempo
Vês-me mas eu não estou.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Hunger
domingo, 1 de novembro de 2009
Actualidade
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Dias sólidos de certeza
As horas em que te observei a trabalhar,
Enquanto cozia botões,
Ou lia receitas de amanhã,
Eram horas de silêncio cúmplice.
Recordo aqueles momentos
Como uma tela pintada a pormenor,
De cores vivas e luz brilhante.
Ainda me embalas o sorriso com meiguice...
Afinal, não é preciso muito!
Enquanto cozia botões,
Ou lia receitas de amanhã,
Eram horas de silêncio cúmplice.
Recordo aqueles momentos
Como uma tela pintada a pormenor,
De cores vivas e luz brilhante.
Ainda me embalas o sorriso com meiguice...
Afinal, não é preciso muito!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Bourbon

Nunca é tarde para começar, pode ser em 16.08.2009 às 12.52m.
Vieste visitar-me, gosto de saber de ti. Esforço-me para te tornar um adereço sem importância.
Todos os relacionamentos deviam terminar na Primavera/Verão.
É tudo muito mais animador.
Neste Domingo, fui chamada a intervir numa discussão sobre quem tinha chegado primeiro à caixa do supermercado para pagar. Que coisa importante!
A minha resposta foi: não tenho nada a ver com isso!
De facto não tinha.
Não se trata de desligamento apenas selecção e bom senso.
Não entendo como existem tantos arrumadores de carros. É uma máfia.
Se não deres moedinha eles não protegem o teu carro….
Eu estaciono sempre longe do desastre, sou muito poupada ou outra coisa! Coisa assim!
Música e imagens…paixão!
Não gosto de te ter na mente.
Vieste até mim, a tua imagem continua forte. A imagem.
Quero ter filhos. Dois.
Um casal.
Gosto de sonhar com um futuro feliz ao lado de um amor sincero, com frutos e raízes.
Falta o dito.
Falta saber onde está e quem é o dito e falta ele poder ser o dito.
Nada de complicado. Apenas recheado decorado e preenchido de amor.
Às vezes acho que me ausento demasiado tempo.
Gosto de manipular imagens.
Gosto de decorar espaços e escolher ambientes.
Apetece-me fazer caricaturas e contar histórias.
Coisas novas…descobrir mais…saber mais..quero…
Tenho tanta pressa!
Permanece na parte de detrás
Da memória genética da espécie.
Só uma piada que me contaram ontem:
Men are worth for sperm and ability to lift weight!
Women make plans and God laughs.
Isto é preconceito.
Todos os nós podem ser desatados.
Time traveller suck me dry
Estou bêbeda.
Muito! E o Beckett também!
Estamos os dois!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O eterno retorno

Uma chávena de chá morno com mel rançoso
Que estranho, sabe a nada
Um biscoito bolorento,
Deixo-o desfazer-se no palato
Nada.
Que aragem gelada de eucalipto!
Tenho dificuldade em adormecer
Não há cobertores no armário
Sinto medo de sair entre lençóis.
Tirei as lentes, não sei dos óculos
Ouço barulhos e vejo sombras!
Maldita claridade traiçoeira
Não cumpri bem o ritual.
Tenho a bexiga contraída
Espasmos contraem a noz em que se tornou
Não controlo a sua vontade.
Vou-me levantar…
Vou-me constipar de certeza…
As meias são de poliéster fino…
Sou mármore arrepiado
Uma brasa resiste em mim
Um pauzinho de energia!
Já sei!
Vou dobrar os cobertores em dois
E só ocupo esse espaço de cama,
Se não me mexer
Aqueço
E de certeza,
Adormeço.
sábado, 24 de outubro de 2009
Sabores Gourmet
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ciclos

Tens um sofrimento…tudo bem…crias um/o hábito…pareces-me bem!
Aparece um sofrimento novo…acordas de olhos inchados…
Sentes-te de novo vivo, e novos argumentos aparecem no teu manual de sobrevivência.
Novo hábito, mais umas nódoas, mudas uma rotina qualquer,
E parece que começas um novo ciclo.
Faz sentido quando estás perdido.
Jogas à bola no mesmo campo, mas mudas de posição
Mudar de jogo? Resistência e negação.
Divagar neste limbo parece muito mais seguro que cair!
Ora bem…
A segurança dos que foram nómadas - é a novidade do último meio século.
Acredito que é uma nova carga genética perigosa
A evolução é relativa,
As artes do viver são fustigadas pelo medo, deste novo tempo
Podemos pensar em dezenas de génios passados e num actual,
E não se trata de desprezo pelo presente,
Nem falta de memória.
Os homens das caravelas e dos foguetões já morreram
Ficaram os ajudantes do pai Natal. Esse que talvez seja invenção.
Embrulhamos presentes e vendemos sonhos de mão em mão,
e vendemos tão bem, compramos todos.
Brincamos às tentativas de não arriscar.
Ai, as quimeras de um início não desejado!
A procura fica-se no já realizado, não há esperança
A invenção teme-se muito.
Teremos medo de falhar, de perder, de ser humanos? O que é isso?
A vida é uma coisa assim tão frágil?
Experimentação / acomodação…
Gosto das rugas dos meus antepassados
Das marcas que deixaram, boas ou más…
Eles existiram e deixaram marcas.
Hoje penso que não deixo marca alguma,
Gostava de ser o Zorro.
Eu sei,
Amanhã acordo e vejo a minha imagem reflectida
Não sei o que representa o invólucro
Não sei quem é ela sequer,
Não a conheço
Nem quero,
Penso no tempo que falta
Para eu comprar novos sonhos.
E a ideia de viver antes de morrer
Esvaece, assim por distracção…
Acho que é porque…
Outra característica deste meio século,
Pensamos ser imortais, eternos,
Teremos muito tempo…o tempo sem limites.
Ignoramos a morte
Duvidamos que exista para nós.
Termos escolhido ser uma espécie superior
Aparte da mãe que nos pariu,
Termos criado um código próprio
Acredito ter sido o nosso pior erro.
É um ciclo, eu faço parte dele.
Venham novos heróis!
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